MANEJO

A TRANSFERÊNCIA E SEU MANEJO CLÍNICO

Barroco em Revista

Freud ressalva que as únicas dificuldades realmente sérias que o analista tem de enfrentar residem no manejo da transferência.


O link disponibiliza o acesso ao artigo de Nilda Martins Sirelli, publicado em Psicanálise & Barroco em Revista, v. 11, n. 2, 2019, p. [s.p.]. SIRELLI, N. M. A Transferência e seu Manejo Clínico. Psicanálise & Barroco em Revista, [S. l.], v. 11, n. 2, 2019. DOI: 10.9789/1679-9887.2013.v11i2.%p.

Freud ressalva que as únicas dificuldades realmente sérias que o analista tem de enfrentar residem no manejo da transferência. A partir da apresentação de um caso clínico, discutimos a importância desse manejo, por ser prenhe de consequências, e isso para o melhor e para o pior. É por esse manejo que uma análise pode acontecer, mas é também por meio dele que esse mesmo processo pode ser interrompido. Lacan esclarece que o analista não ocupa lugar de sujeito, e sim de objeto causa de desejo, suporte dos investimentos do analisante, este sim sujeito, que ai está para comparecer com suas questões. Porém, a experiência da transferência nos deixa a deriva, e a única recomendação que Freud nos dá, é que algo desse investimento direcionado ao analista só pode vir a ser manejado pela experiência de sua própria análise, via de não tentar reatar o que se escuta com a conservadorismo de nossa realidade psíquica.

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