Assim, uma sucessão de “Dias Perfeitos”, “resultam apenas em um morno bem estar”.
Freud nos ensina que “o sofrer nos ameaça a partir de três lados: o próprio corpo, que fadado ao declínio e à dissolução, não pode sequer dispensar a dor e o medo como sinais de advertência; do mundo externo que pode abater sobre nós com forças poderosíssimas, inexoráveis, destruidoras; e, por fim, das relações com outros seres humanos. O sofrimento que se origina desta fonte, nós experimentamos talvez mais dolorosamente que qualquer outro”.
